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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Um novo começo!

Chegou a hora de um novo começo. O problema é que nunca fui boa para começar começos. Sabe, precisei desperdiçar pelo menos alguns minutos pensando em como começaria este texto. Tudo bem, eu arranjei uma forma de começar, mas não sei se eu não poderia ter achado um começo melhor. Um começo que realmente mostrasse como é um começo novo, ou, um novo começo. Nesta altura, provavelmente você já está enjoada de tanto ler a mesma palavra e as derivações dela e deve estar pensando “Se essa garota queria me enrolar, conseguiu!”. Bem, o que quero transmitir com tantas palavras repetidas é que as pessoas não se dão conta de que não é começar “apenas mais um ano que vai passar correndo”, e sim, começar uma nova oportunidade de crescer e aprender ainda mais. Nossa, pareço minha avó falando! Mas é a verdade... As pessoas têm mania de achar que não é importante o começo de um novo ano, mas isso só porque elas não sabem aproveitar da maneira certa, porque não percebem que é desse modo que a vida passa e quando elas finalmente perceberem terão noventa anos, quatro netos e pouco chão pela frente. Se você faz parte do time que, como descrevi acima, não curte novos começos, que tal algumas dicas para fazer o seu ano realmente valer a pena? Para poder chegar no final de 2011 e não se sentir arrependida por ter feito pouca coisa!

- Seja você mesma em todos os momentos!

- Faça mudanças nos cabelos, no visual, no quarto. Sinta-se mais inspirada!

- Vá a festas, baladas... Dance muito e ria com os amigos!

- Torre sua grana em shows e viagens. Você sempre guardará na memória!

- Cante todos os dias suas músicas preferidas. E quando estiver triste, se inspire nas músicas mais góticas, mas não deixe de cantar!

- Fique, de vez em quando, 24 horas acordada e depois durma um dia inteiro!

- Divida todos os momentos com alguém e tire muitas fotos!

- Faça cursos do que lhe agrada: teatro, dança, costura, informática.

- Estude bastante pra passar de ano sem pegar recuperações!

- Aprenda a fazer coisas que sempre sonhou: tocar violão, ser maquiadora profissional, pintar telas, cozinhar sobremesas deliciosas.

Entende o que eu quero dizer? Não importa qual é o seu sonho (se é grande ou pequeno, se pode mudar sua vida ou apenas um instante), tente realizá-lo, porque é importante para você. Quer entrar com todo o gás no Ano Novo que começa a partir da meia-noite de hoje? Levante a mão quem estiver comigo! \õ/\õ/\õ/



B.

#FAIL q


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Coragem de mudar


Sempre gostei de observar as pessoas. É engraçado ver como existem diferentes personalidades bem ao nosso lado. Já conheci valentes, covardes, decididos, confusos, gentis, arrogantes, pacientes, nervosos, exagerados, teimosos, inteligentes, tolos, divertidos... Mas independente das qualidades ou defeitos, eu admiro aqueles que são capazes de mudar. Sejam mudanças para o bem ou para o mal, admiro por causa da falta de medo de se arriscar. Admiro pelo fato de perceber que essas pessoas não se importam com o que os outros vão dizer ou pensar, porque sabem que é isso que eles querem e nada mais interessa.



B.

sábado, 2 de outubro de 2010

Mudanças


Mudanças. Minha vida sempre foi repleta de mudanças, por exemplo quando eu abandonei a lisa careca de bebê para dar espaço aos primeiros fios de cabelo; quando minha gengiva rosada deu lugar para pequenos dentes de leite; quando eu troquei as fraldas pela privada; quando eu troquei os sons pela fala; quando disse adeus ao meu corpo de criança e me vi com corpo adolescente; quando troquei a mente infantil por uma mais madura... Todas estas mudanças típicas do crescimento, que são positivas, já que nos fazem melhorar.

Mas nos últimos tempos dentro de minha mente ocorreram muitas mudanças drásticas, mudanças com as quais não estou exatamente satisfeita. Sabe, por conta dos caminhos pelos quais a vida decidiu me levar, tive que mudar. Ou melhor, eu mudei sem perceber, sem ter um pingo de consciência do que estava acontecendo e agora é tão complicado de voltar atrás.

Os problemas que comecei a enfrentar me tornaram uma pessoa mais cautelosa e protetora, mas não no sentido de ser precavida, no sentido de abrir uma barreira imaginária na minha frente. Ou seja, eu sinto que toda vez que alguém vem falar comigo, devo falar o mínimo possível, devo tentar me afastar para me proteger. E isso acontece com tudo...

Opto por não sair com minhas amigas porque acho que manter distância é melhor para elas, e para mim também. Bom para elas, porque não terão de levar com elas uma pessoa depressiva e irritante. Bom pra mim porque sei que não estou estragando o dia de pessoas maravilhosas que merecem diversão.

Gostaria de saber como parar. Gostaria de poder quebrar essa parede de tijolos sendo construída entre o mundo e eu, antes que esta obra seja acabada, porque aí sim será difícil voltar atrás.

Diariamente, eu acordo com o pensamento "Hoje vou mudar essa realidade", mas a verdade é que não mudo, acho que não sou tão persistente quanto eu pensava. Toda vez que eu dou um passo pra frente, uma voz na minha cabeça manda eu dar dois pra trás. Toda vez que eu tento ser mais gentil e simpática, uma voz no meu interior diz para não fazê-lo. E eu não faço.



B.

sábado, 5 de junho de 2010

Quem sou eu?

"Eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. Receio que não possa me explicar, porque é justamente aí que está o problema. Posso explicar uma porção de coisas, mas não posso explicar a mim mesma..."

Reconheceu esta frase de algum lugar? Ah, te digo porque! É do livro Alice no País das Maravilhas *-* Eu gostei tanto dela que tive que colocar aqui e mostrá-la! Vai dizer que você nunca se sentiu assim? Confusa sobre quem realmente é? Pois eu digo que já me senti exatamente como minha cara amiga Alice descreve.

Chega até a ser cômico como não sabemos descrever nós próprios.. Mas mudamos tanto durante o dia, que à noite já somos outras pessoas. O simples fato de ir à escola nos muda. Afinal, todos os dias aprendemos algo que antes não sabíamos e podemos acabar mudando de opinião sobre certas coisas, e isso respectivamente, muda nossa cabeça e acabamos por nos tornar alguém diferente, nem que seja um pouquinho apenas. Concorda?



B.